A foto
29/12/2015
Recuperar com calma
Domingo, o primeiro após o Natal, há que fazer exercício para queimar os excessos dos últimos dias. Tomo pequeno almoço sem pressas, já decidi, vou pedalar. Ainda não pensei no trajecto, mas não é coisa que me preocupe. Já com a bicicleta na rua, coloco a máquina fotográfica no alforge e verifico o ar dos pneus. Volto a casa para ir buscar uma garrafa de água, pois o passeio pode ser longo. São dez da manhã e até à hora de almoço ainda tenho muito tempo. Inicio o passeio, felizmente frequento estradas com pouco movimento, afinal estou no campo. Aqui heróis e heroínas do volantes são poucos. Faço vários quilómetros em estradões pelo meio das quintas. Entro na ciclovia em direcção ao Gaio, uma localidade perto da Moita. É no Café Mimo Gaio que faço a primeira paragem. Peço um café e sento-me na pequena esplanada mesmo junto à ciclovia. Há muita a gente correr esta manhã, caras suadas, a maior parte com um semblante patético, atletas desesperados, absortos na corrida e na esperança de perder uma gramas. Afinal poucos são os que não abusaram nos fritos e nos bolos. Pago o café e retomo a viagem. Nesta altura já pedalei cerca de quinze quilómetros. Sinto-me bem, pedalo e desfruto a paisagem, vem à memória o almoço de Natal, momento mágico, onde se consegue reunir a família sem olhar a horários. Paro para tirar uma foto nas antigas salinas, mas logo retomo a pedalada em direcção a casa. Cheguei, foram cerca de trinta quilómetros de divertimento e provavelmente até reduzi o meu peso. Afinal também eu abusei, foi o tronco de natal, o bolo rei, a lampreia de ovos e outras iguarias... o vinho do Porto, o reserva Cartuxa e o tinto do Alcube...
26/12/2015
24/12/2015
Feliz Natal!
Um Feliz Natal a todos, com saúde e alegria junto daqueles que amam. Obrigado por me visitarem, e sejam Felizes!
18/12/2015
Sandro Giordano
Começar o dia a rir. Abro o Face enquanto tomo o pequeno almoço e aparece-me logo isto. O autor é um fotografo italiano, Sandro Giordano (Remmi Demmi no Instagram) tem um projecto fotográfico intitulado In Extremis (bodies with no regret), as fotos retratam quedas aparatosas, «Quando o instinto é o de salvar as coisas em vez de nós próprios, as quedas só podem ser espalhafatosas»
13/12/2015
10/12/2015
05/12/2015
Nasceu uma rena
E pronto como prometi, aqui está a rena acabadinha de nascer. Deu algum trabalho, mas acho que até nem ficou nada mal. Foi feita com carinho e amor.
Vamos então ver alguns pormenores da construção.
A madeira foi comprada no MaxMat
O cavalete foi bastante util. As ferramentas utilizadas foram, uma plaina e dois serrotes
Usei uma plaina pela primeira vez, esta foi bastante barata
Construção do corpo, as pernas foram aparafusadas ao corpo, foi a melhor solução que encontrei
Para unir as hastes à cabeça usei pregos bastante finos
Usei apenas cola na união das orelhas à cabeça e na cabeça com o pescoço.
Não podia faltar o cachecol
04/12/2015
02/12/2015
30/11/2015
21/11/2015
Construir renas
Por esta não esperava. Ir às compras ao Colombo com as mulheres cá de casa e vir de lá com a incumbência de construir uma rena, como esta que estava a servir de decoração numa montra. Desafio aceite. Já fui ao Max Garden comprar a madeira, agora é por mãos à obra. Depois mostro como ficou, só espero que no final pareça mesmo uma rena.
19/11/2015
11/11/2015
Sony Cyber-shot 3.2 (continuação)
Coloco aqui mais algumas fotos da minha primeira câmara digital. Ligar o antigo disco externo ao computador e abrir as pastas é como abrir um antigo álbum de recordações. Por exemplo aquele ecrã na Gare do Oriente já desapareceu há alguns anos.
Meco
O meu velho Panda 4x4 no Guincho
Antigo estaleiro no Rosário
Gare do Oriente
07/11/2015
Sony Cyber-shot 3.2
Hoje foi dia de andar a rever fotos que guardo nos discos rigidos . Felizmente ainda tenho o primeiro que é um caixote enorme mas funciona na perfeição. Estão lá as fotos tiradas com a minha primeira camara digital, uma Sony Cyber-shot 3.2 Mega-Pixels, são centenas. Mostro-vos aqui dois exemplos, captadas numa viagem entre Seia e Piodão. Quando, já não me lembro bem, mas talvez há doze... treze anos. Fotos não editadas.
Espero que gostem
Pronto, já tenho ali em cima no cabeçalho (acho que é asim que se chama) uma imagem toda catita, sempre embeleza mais aqui o espaço.
04/11/2015
Tenho a bicicleta a ganhar ferrugem
Já lá vai o tempo em que passava horas a pedalar à chuva, seja em passeios, maratonas ou travessias de btt. As piores foram, a travessia Arruda - Montejunto, mais de oitenta quilómetros encharcado e cheio de lama e a primeira maratona de Santarém, onde tive várias vezes de mergulhar a bicicleta na água que passava nas bermas, para a limpar, tal era a quantidade de lama acumulada. O pior era chegar a casa e ser recebido com olhar reprovador pela minha esposa. Uma vez tive que me despir e descalçar à porta, antes de entrar, tal era o estado em que eu estava, uma lama vermelha e pegajosa, proveniente da Serra da Arrábida. Mas isso foram outros tempos, agora se estiver a chuviscar já penso duas vezes, e a bicicleta já não é de btt. Já estou a precisar de um dia de sol para voltar aos passeios.
03/11/2015
Cartas, gatos...e filhos
Finalmente li o texto da senhora, a da carta da mãe ao Benny, sabem a quem me refiro? hoje foi assunto em vários blogs. Eis então como é a minha relação com os meus companheiros de quatro patas.
Na casa dos meus pais sempre houve gatos. Sempre me dei bem com eles. Agora na minha casa, tenho um quintal grande, portanto tenho condições para ter gatos e cães. Há uns anos apareceu a rondar o portão um cachoro abandonado, andou ali uns dias até que numa noite de chuva decidimos acolhê-lo e foi adoptado por nós. Anos mais tarde apareceu nas redondezas uma gata pequenina, com poucas semanas, que também decidimos adoptar. O cão não gostava de gatos mas com paciencia consegui convence-lo a que no futuro tinha de partilhar o espaço com a gatita, hoje dão-se bastante bem. Respeito as emoções das pessoas, mas ter um gato ou um cão e ver nele um filho? chamar filha à minha gata? só por brincadeira, e mesmo assim... Considero-os sim como que uma extensão da familia, como companheiros, quase sempre prontos para a brincadeira. Quando um dia eles desaparecerem vou sofrer, ai isso vou, não tenho coração de pedra, mas sei que eles foram felizes porque os acolhi e não os deixei na rua abandonados. Bem, já se faz tarde, vou ali aconchegar os cobertores à minha Filha, ela, sim é um bocado de mim.
01/11/2015
Lisa
Depois de uma noite de insónia, vá-se lá saber porquê, a minha Lisa aproveita o domingo chuvoso para pôr o sono em dia.
31/10/2015
30/10/2015
Castanhas assadas
As primeiras deste Outono. Só faltou a água pé, tenho de perguntar ao meu fornecedor quando a colocará à venda na Adega.
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