Este ano usei um pouco de criatividade para vos mostrar a árvore de Natal. Mas ainda vos irei mostrar o DIY que costumo fazer nesta quadra. Desejo-vos um Feliz Natal e continuem a visitar-me.
21/12/2018
24/11/2018
20/11/2018
Será que um dia serei vegetariano?
Pois... então o que se passa cá em casa é o seguinte... As meninas decidiram ser vegetarianas. A transição já se tinha iniciado há alguns meses, digamos que neste momento são 99% vegetarianas. Mas há um resistente.... eu! até alinho com elas em algumas refeições. Acreditem, tenho reflectido bastante no assunto, mas por enquanto não alinho nessa opção apesar de já ter diminuído o consumo de carne, principalmente carne de porco, mas calma, não é por questões religiosas.
Acompanho a polémicas, as guerras, os debates, tenho em atenção os prós e os contras. Mas tenho aversão a radicalismos principalmente nesta área, e quando me deparo com vegetarianos ou vegans com ódio mortal a quem consome carne, aí penso que eles perdem batalhas.
Por outro lado, não haverá uma falta de coerência em relação ao facto de, geralmente, tratarmos os animais de maneiras diferentes? Numa região certos animais são companhia noutra os mesmos são alimento. E a cruel exploração animal (existem excepções) que está longe dos nossos olhos? E a poluição que afinal é muita nesta industria? E ao longo dos anos, porque nos habituámos a consumir tanta carne? Não vou referir aqui pormenores técnicos nem dissertar sobre a evolução das espécies e a sua alimentação, apenas estou a partilhar com vocês o que neste momento penso sobre o assunto.
Vou continuar a ser omnívoro por enquanto. Continuo a não resistir a um cozido à portuguesa, a um entrecosto grelhado, a uns chocos com tinta, e adoro queijo, mas não abdico de provar os pratos (vegetarianos) que elas fazem cá em casa. Acredito que muita gente pensa como eu. Quanto ao futuro não sei... vamos ver... e para ilustrar este post escolhi uma açorda alentejana.
Acompanho a polémicas, as guerras, os debates, tenho em atenção os prós e os contras. Mas tenho aversão a radicalismos principalmente nesta área, e quando me deparo com vegetarianos ou vegans com ódio mortal a quem consome carne, aí penso que eles perdem batalhas.
Por outro lado, não haverá uma falta de coerência em relação ao facto de, geralmente, tratarmos os animais de maneiras diferentes? Numa região certos animais são companhia noutra os mesmos são alimento. E a cruel exploração animal (existem excepções) que está longe dos nossos olhos? E a poluição que afinal é muita nesta industria? E ao longo dos anos, porque nos habituámos a consumir tanta carne? Não vou referir aqui pormenores técnicos nem dissertar sobre a evolução das espécies e a sua alimentação, apenas estou a partilhar com vocês o que neste momento penso sobre o assunto.
Vou continuar a ser omnívoro por enquanto. Continuo a não resistir a um cozido à portuguesa, a um entrecosto grelhado, a uns chocos com tinta, e adoro queijo, mas não abdico de provar os pratos (vegetarianos) que elas fazem cá em casa. Acredito que muita gente pensa como eu. Quanto ao futuro não sei... vamos ver... e para ilustrar este post escolhi uma açorda alentejana.
09/11/2018
Ainda não percebi a mensagem...
Juro que ainda não percebi a mensagem... a menina pega no cobertor dela e fica à espera de qualquer coisa...
16/10/2018
Manifestação contra as dragagens no rio Sado
Participei pela primeira vez numa manifestação. Já tive razões para participar noutras, mas por alguma razão nunca aconteceu. Não podia faltar a esta que foi organizada por gente que não concorda que, por motivos financeiros se tente destruir parte de um rio que é conhecido por muitas e boas razões. As associações ambientais Zero, Quercus, Liga para a protecção da Natureza, SOS Sado organizaram este protesto, desculpem não citar todas, mas são as que me lembro. E também não fomos meia dúzia de arruaceiros como foi dito, mas sim várias centenas de pessoas civilizadas.
Quem não ouviu falar nos golfinhos do Sado? e as belas praias das Arrábida? e sabem que é considerada uma das mais belas baías do Mundo?
Mas agora vão ser retirados do rio 6,5 milhões de metros cúbicos de areia para permitir a entrada de navios de grande porte e claro, aumentar o tráfego. Como pratico Paddle na foz do rio já tinha reparado na intensa entrada e saída diária de navios de grande porte e ainda não foram feitas as dragagens. Transformar o rio numa autoestrada marítima parece-me um acto leviano tendo em conta as características únicas deste rio.
As principais preocupações de quem contesta são, a inevitável movimentação das areias das praias para o canal dragado, o desaparecimento da população de golfinhos, os habitats que serão destruídos e ofim da actividade de centenas de pescadores artesanais. Depois de ler algumas entrevistas à presidente da Administração dos Portos de Setúbal e Sesimbra ainda fiquei mais convicto do que penso sobre o assunto. Competir com o porto de Sines e com Lisboa? mas porquê? para ter mais contentores? navios de cruzeiro? Não se olha a meios para promover o pretenso progresso. E como diz Francisco Ferreira "Os estuários não são vocacionados para serem portos de águas profundas". As dragagens até podiam ser feitas, mas porquê este projecto megalómano? E estudos concretos? Será que os golfinhos vão mudar de morada?
26/09/2018
Da minha janela
De tanto vos falar de Paddle, de mar e de praia, já devem estar a duvidar que vivo no campo... pois então mostro-vos o que vejo logo pela manhã quando abro a janela. O poste está ali a mas não tinha alternativa.
03/09/2018
Benefícios do Stand Up Paddle
Quem costuma passar aqui pelo blog já sabe que sou praticante de Stand Up Paddle. É uma actividade excelente para trabalhar todo o corpo, além disso o facto de estarmos sempre em pé em cima da prancha treina o equilíbrio, e ao contrário por exemplo da corrida não existe o impacto nas articulações. As quedas não aleijam, mas se a água estiver fria... uiiii!!
Uma das duas pranchas que possuo é bastante estreita, pois foi concebida para velocidade. Esta prancha requer uma maior equilíbrio, sendo por vezes um autentico desafio manter-me em pé, principalmente em águas agitadas. É um treino intenso para as pernas e tronco mesmo com a habituação. Por outro lado quando quero fazer passeios longos tenho uma prancha própria para o efeito, pois proporciona-me momentos relaxantes, sendo esse outro dos benefícios do Stand Up Paddle. O mar, as paisagens e a sensação de liberdade aliviam-me o stress sem duvida.
Mas se algum dia pretenderem fazer esta actividade não se esqueçam que o devem fazer em segurança. Principalmente devem a meu ver, aprender com alguém credenciado, pois acreditem que convém aprender alguma técnica, e quem sabe, apanham o vicio como eu. E cuidado tenho visto por aí muita gente amadora a fazer de professor...
Deixo-vos aqui uma pequena lista de escolas onde poderão aprender esta actividade, e quem sabe um dias ainda nos cruzamos por aí durante umas remadas.
Rui Meira
Stand up Friend Paddle
Surfnpaddle
SupXperience
Uma das duas pranchas que possuo é bastante estreita, pois foi concebida para velocidade. Esta prancha requer uma maior equilíbrio, sendo por vezes um autentico desafio manter-me em pé, principalmente em águas agitadas. É um treino intenso para as pernas e tronco mesmo com a habituação. Por outro lado quando quero fazer passeios longos tenho uma prancha própria para o efeito, pois proporciona-me momentos relaxantes, sendo esse outro dos benefícios do Stand Up Paddle. O mar, as paisagens e a sensação de liberdade aliviam-me o stress sem duvida.
Mas se algum dia pretenderem fazer esta actividade não se esqueçam que o devem fazer em segurança. Principalmente devem a meu ver, aprender com alguém credenciado, pois acreditem que convém aprender alguma técnica, e quem sabe, apanham o vicio como eu. E cuidado tenho visto por aí muita gente amadora a fazer de professor...
Deixo-vos aqui uma pequena lista de escolas onde poderão aprender esta actividade, e quem sabe um dias ainda nos cruzamos por aí durante umas remadas.
Rui Meira
Stand up Friend Paddle
Surfnpaddle
SupXperience
31/08/2018
Casinha junto à praia?
Sempre houve a tentação de construir a casinha de férias junto à praia. Mas neste caso não. É afinal uma construção antiga de apoio às salinas.
26/08/2018
Quase a chegar a Festa
Ainda não vos disse mas vivo perto da Moita, onde tenho grandes amigos. E está a chegar a Festa da Nossa Senhora da Boa Viagem, que começa no próximo dia sete de Setembro. Hoje pela manhã a caminhada levou-me até ao cais. Pois então mostro-vos a beleza do local.
Quanto à embarcação "O Boa Viagem" que vêm nas fotos é um Varino. Este tipo de embarcação era antigamente usado para transporte de carga no rio Tejo. Este exemplar foi reconstruido e classificado como bem cultural de interesse municipal. Hoje é utilizado para passeios no rio. Quem estiver interessado pode encontrar na página da Camara Municipal as datas disponíveis para os passeios. Acreditem, vale a pena e ficam a conhecer a Moita. Entretanto daqui a poucos dias estas embarcações irão estar todas engalanadas, pois a Festa vai começar.
Quanto à embarcação "O Boa Viagem" que vêm nas fotos é um Varino. Este tipo de embarcação era antigamente usado para transporte de carga no rio Tejo. Este exemplar foi reconstruido e classificado como bem cultural de interesse municipal. Hoje é utilizado para passeios no rio. Quem estiver interessado pode encontrar na página da Camara Municipal as datas disponíveis para os passeios. Acreditem, vale a pena e ficam a conhecer a Moita. Entretanto daqui a poucos dias estas embarcações irão estar todas engalanadas, pois a Festa vai começar.
19/08/2018
19 de Agosto, dia mundial da fotografia
Não foi difícil escolher a foto, neste dia mundial da fotografia. Foi tirada no Palladium de Nova York em 20 de Setembro de 1979 e mais tarde utilizada na capa do disco London Calling dos Clash. Mostra o baixista Paul Simonon a destruir a guitarra. A fotografa chama-se Pennie Smith. É uma fotografia que sempre me impressionou, e também a minha capa de disco preferida.
03/08/2018
J u s t c h i l l i n
Muita água, muito mergulho e descansar...
Foto gentilmente cedida por Escola Rui Meira. Apanharam-me distraido, e até nem ficou mal
02/08/2018
Difícil mudar a lâmpada
Esta manhã ao ver funcionários a substituir lâmpadas dos candeeiros na minha rua, achei por bem informá-los que faltavam mais duas, pois estavam fundidas, pensei que eles se tinham esquecido... mas não, disseram-me que tinha de contactar a Junta de Freguesia e acreditem, ouvi a palavra requerimento! Eu apenas quis facilitar o processo já que os funcionários estavam por perto. Nem tudo corre bem aqui pelo campo.
10/07/2018
Entre Miradouros
Fazer a rota dos miradouros de Lisboa é uma das minhas caminhadas preferidas pela capital. Desta vez visitei onze, mas são mais de cinquenta no total. Mas não vos vou mostrar fotos dos miradouros visitados, ai! isso não! Visitem-nos que vale a pena. O que vos mostro são aqueles momentos e lugares que por alguma razão achei que valeu a pena captar. Desfrutem.
07/07/2018
03/07/2018
Outros olhares
O meu gosto pela fotografia não se resume apenas a tirar fotos, mas também encontrar gente que saiba captar através da objectiva lugares e momentos de tal maneira que me façam reter mais do que breves segundos sobre as fotografias que partilham. As redes sociais também servem para isso, partilhar as coisas boas e as coisas menos boas. E o que tem qualidade tem de ser divulgado. Há algumas semanas atrás descobri o trabalho do Sérgio Oliveira, que vive na Ericeira. Eu sei, não falta gente para fotografar a Ericeira, mas o Sérgio fá-lo com imensa sensibilidade, longe do apontar e clicar tão frequente hoje em dia. Mas o que interessa são as imagens, e deixo-vos aqui alguns exemplos.
26/06/2018
De volta ao Cabo Espichel
Este fim de semana voltei ao Cabo Espichel num passeio organizado pela Biotrails.
Localizado a oeste de Sesimbra, merece ser visitado pois é uma das maravilhas da Costa Azul. Quando lá chegamos, deparamos-nos com o Santuário de Nossa Senhora da Pedra Mua, este conjunto arquitectónico é constituído por duas fiadas de habitações (alojamentos para peregrinos) que terminam na igreja formando um terreiro onde se encontra também o Cruzeiro. Perto estão também, a Ermida da Memória, a Casa da Água com o respectivo aqueduto e as ruínas da antiga Casa da Opera onde se realizavam espectáculos, muitas vezes promovidos pela família real.
Localizado a oeste de Sesimbra, merece ser visitado pois é uma das maravilhas da Costa Azul. Quando lá chegamos, deparamos-nos com o Santuário de Nossa Senhora da Pedra Mua, este conjunto arquitectónico é constituído por duas fiadas de habitações (alojamentos para peregrinos) que terminam na igreja formando um terreiro onde se encontra também o Cruzeiro. Perto estão também, a Ermida da Memória, a Casa da Água com o respectivo aqueduto e as ruínas da antiga Casa da Opera onde se realizavam espectáculos, muitas vezes promovidos pela família real.
Mas voltando ao passeio... que sendo guiado por alguém que conheça o local (como foi o caso) permite-nos ficar a conhecer os trilhos, a flora, as pegadas de dinossauros e os pequenos segredos do local. A paisagem é agreste mas não se iludam, ali há muito para ver. E por estranho que pareça ainda não tinha visto as famosas pegadas de dinossauros. Estranho porque apesar de já ter feito naquela zona várias caminhadas e passeio de btt, só tive oportunidade de as ver agora. Lembro-me que quando andava no liceu, alguns professores de química organizavam visitas de estudo para as conhecer.
A caminhada, que foi realizada de manhã, incluiu também a descida ao nível do mar para visitarmos a Lapa colorida retratada nas duas ultimas imagens. No final, aquelas subidas no regresso abrem o apetite, e de que maneira.14/06/2018
Mar das Latas
Estou de férias desde o inicio de Junho. O sol anda envergonhado e o calor não sei onde anda. Apesar disso voltámos a rumar à Ericeira. Ir a banhos está fora de questão, e como ainda não conhecemos tudo por aqui, ir à descoberta de novos lugares também pode ser um passatempo. Hoje dou-vos a conhecer o Mar das Latas, o espaço ideal para, ao fim da tarde, beber um copo, comer umas tapas e conversar com o mar à vista. Fica ali pertinho da praia dos Pescadores. O espaço é pequeno mas acolhedor e bem decorado, o atendimento é excelente e a musica ambiente é óptima tendo em conta o meu gosto musical, claro. Lá fora, a pequena esplanada também é opção, mas é minúscula. Há uma grande variedade de tostas, tapas e até conservas. Quem aprecia um bom vinho ou cerveja artesanal este é o local certo. Desta vez escolhemos a Muxama de atum, e um tinto que já conheço, o Caiado. Escolha acertada pois saímos dali encantados, aliás a vontade é ficarmos ali horas e horas. Já lá estivemos duas vezes, e reparei que a maioria dos clientes são estrangeiros, mas o ambiente é calmo. Se forem à Ericeira vale a pena visitar o Mar das Latas.
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