25/07/2021

Restaurante Golfinho Azul, São Lourenço

Nesta ultima estadia na Ericeira decidimos experimentar dois restaurantes onde nunca tínhamos entrado. O primeiro foi o Golfinho Azul situado em São Lourenço, a norte da Ericeira. Nas redes sociais as fotos e comentários aguçaram-nos a curiosidade, e consequentemente as expectativas eram grandes.  Rumámos então a São Lourenço para almoçar. Ao entrar no restaurante fomos bem recebidos e de facto é um espaço bem decorado, acolhedor e com uma vista para o mar maravilhosa.   Escolhemos uma mesa na esplanada, uma excelente escolha pois o dia estava nublado mas sem vento.  Como aperitivo experimentámos as margaritas que estavam óptimas. O pior foi o que se passou a seguir... pois fazer o pedido e esperar uma hora e quinze  minutos pelos pratos sem justificação desiludiu-nos completamente. Outros clientes chegavam, faziam os pedidos e pouco tempo depois eram servidos, e nós à espera. Será que foi um acaso... ou porque os nossos pratos não eram os mais  caros? não sei. Eis que somos servidos e até o empregado, entre pedidos de desculpa disse-nos que não compreendia o atraso. Quanto à comida, a moqueca de camarão selvagem sabia a... nada, bem pelo menos tinha o sabor dos camarões. Salvou-se o Ratatouille com molho de tomate que estava bom. Quando pensávamos que mais nada iria correr mal... mais vinte minutos à espera de um copo de rosé, o empregado tinha-se esquecido.  Não arriscámos a  sobremesa nem café, pois já estávamos bastante desagradados com a situação. Quanto ao preço, é razoável tendo em conta a localização e a decoração. Existem muito bons restaurantes na zona, nós conhecemos alguns e  provavelmente não voltaremos a este. Não posso dar uma nota positiva, sei que muitos clientes saem de lá satisfeitos, mas num restaurante deste nível estas falhas não deviam acontecer. 

Quanto ao outro restaurante que visitámos, brevemente vos falarei sobre a nossa experiência. 


 




 


20/06/2021

Todos os caminhos vão dar ao mar

 Todos os caminhos vão dar ao mar... os meus sim. Uma óptima semana para todos.


 

08/06/2021

Hoje é dia dos Oceanos

 Praia dos Pescadores, Ericeira


05/06/2021

Quando não tens horta...

 Viver no campo e não ter uma hortinha é uma quase uma heresia eu sei. Bem... tenho limões, ginjas  azeitonas e romãs, mas isso é pouco, não é? Então como ter produtos frescos não importados e ainda por cima biológicos?  Bastou pesquisar um pouco e voilá!  Encontrámos a  Courela dos Pegos, uma Quinta, situada perto do Pinhal Novo, Concelho de Palmela, que por acaso até está aqui tão pertinho de nós.  Produzem uma agricultura biológica e sustentável e têm um modelo de negócio bastante interessante. Podemos receber comodamente, todas as semana um cabaz com legumes e fruta. É possível escolher três tipos de cabaz, grande médio e pequeno, e a composição muda todas as semanas. Visitem  a Courela dos Pegos para perceber melhor como funciona, lá encontraram tudo bem explicado. A foto mostra o cabaz que recebemos esta semana.


(Post não patrocinado)

 

 

02/06/2021

Meio vacinado

 E a primeira vacina já está. Uma coisa vos digo, fiquei impressionado com a excelente organização de todo o pessoal que ali estava a trabalhar. Triste é depois ver na televisão as cenas tristes dos adeptos de futebol como foram as comemorações do campeonato e a final da liga dos campeões no Porto.  Fiquei com a impressão que ao contrário dos governantes, os funcionários anónimos demonstram maturidade e inteligência, mas  nós já sabemos o  quanto mal estamos servidos em relação a políticos neste País.        

20/03/2021

Será que dia 5....

 Será que dia 5 de Abril já posso ir molhar a prancha? o nosso governo diz que sim.


10/03/2021

Actividade física ao ar livre

 Leio com agrado no jornal Publico um artigo bastante interessante sobre um tema que já abordei aqui no blog. Os treinos e  actividade física ao ar livre, ora este tema tem mais importância  devido à pandemia, e claro,  consequentemente ao fecho dos ginásios. Mas o certo é que antes da pandemia já havia muita gente a treinar fora dos ginásios, alguns com os seus PT´s em treinos de alta intensidade em vários parques e jardins. Por outro lado não é difícil chegar à conclusão que o exercício ao ar livre é o ideal para o comum dos mortais. No meu caso, como já escrevi aqui, opto por longos passeios de bicicleta, SUP (stand up paddle) durante todo o ano e longas caminhadas principalmente na Serra da Arrábida em percursos por vezes bastante exigentes. Ainda fiz ginásio durante um ano, mas exercício em locais fechados para mim está fora de questão, e não necessito de treino intenso.

 Há alguns anos atrás  ia eu a passar  à frente do ginásio que fica logo ali ao lado do centro comercial Vasco da Gama e  vejo alguns indivíduos a correr nas passadeiras, nada de estranho, sim eu sei eles precisam  de um plano de treino, mas acontece que no dia anterior eu tinha feito a travessia da Serra da Arrábida a caminhar, senti-me um sortudo ao ver aquela gente ali.  Lembrei-me do cheiro da vegetação, do imenso mar à vista, do grupo de amigos que me acompanharam, da dor de pernas à chegada a Setúbal. Nada contra os ginásios, frequenta quem quer, mas acima de tudo eu procuro aproveitar bem as condições e as opções que a natureza  me dá, até durante o inverno. 

E agora estou a preparar-me para voltar às longas viagens de bicicleta, desta vez até ao Alentejo, espero que seja ainda este ano.



28/02/2021

Hotel para insectos

 Já alguma vez viram? passo por este durante os meus passeios de bicicleta. E a estadia é de borla!



15/02/2021

Joaninha João

 Não tenho hábito de me mascarar no Carnaval, mas abri uma excepção para um passeio de Paddle num Carnaval há dois ou três anos atrás. Em tempo de pandemina, este ano não há foliões nas ruas, e talvez por isso lembrei-me desta foto.

 


24/01/2021

Votos e pinhas

Dia de ir colocar o voto. A escola primária, edifico do tempo do estado novo, local onde voto fica a poucos passos da minha casa. Mas também aproveitar para pedalar pelos campos e apanhar algumas pinhas para a lareira. Viagens curtas é certo. Por estranho que pareça aqui tudo fica perto, até o hipermercado.



26/12/2020

Continuamos a decorar as ruas

 Por estes lados há um ano atrás as decorações de rua  eram estas como podem ver  aqui. Este ano a decoração é um pouco diferente mas continuamos a mostrar que não é preciso gastar fortunas para fazer decorações de Natal na rua. Nesta pequena localidade, estas iniciativas  são fáceis de organizar e até são divertidas. Vale o empenho e a imaginação de meia dúzia de jovens que não ficam em casa à espera que as coisas aconteçam. Mostro-vos alguns exemplos, espero que gostem. Festas Felizes  a todos os visitantes e seguidores. 



23/12/2020

Uma frase....

Uma frase que li hoje, faz sempre sentido,  mas depois de ler a noticia do massacre dos animais numa herdade na Azambuja, não me sai da cabeça... "Há diferenças abissais entre matar para comer e matar para me rir a perder".

13/12/2020

Luzes de Natal a energia solar

Todos os anos nos primeiros dias de Dezembro costumo idealizar e colocar em prática um projecto a que podemos chamar DIY, e  o tema costuma ser o natal, é claro. Este ano não tive tempo devido a outros afazeres mas trago-vos algo que talvez vos interesse. E vou vos falar sobre luzes de Natal.... Ora quando decidi colocar as luzes no jardim cheguei à conclusão que não era fácil devido à instalação eléctrica. Quem quer colocar luzes na varanda ou no jardim deparasse quase sempre com este problema. Decidi então, ainda no Natal do ano passado, procurar  luzes de Natal a energia solar. É claro que até foi fácil encontrar nas lojas online chinesas, mas eu pretendia era adquiri-las  em lojas físicas e em Portugal claro e encontrei. É fácil chegar à conclusão que é a solução ideal, não há cabos espalhados, poupa-se energia e não é caro. O único problema são os dias em que o sol pouco se mostra mas para mim não é grave. Mostro-vos então um dos conjuntos que instalei no jardim.



13/11/2020

Transportes públicos

 Não costumo utilizar  carro para me deslocar para o emprego. Os transportes públicos que tenho à minha disposição permitiam-me até há pouco tempo uma viagem  confortável, o problema é quando a empresa de autocarros (TST) que me leva até Lisboa decidiu deixar de investir nos meios necessários e ainda por cima decidiu também desprezar os utentes.  O curioso é que como o agravar da pandemia reduziram a oferta de autocarros, o que levou ao desespero das pessoas. Por vezes passam dois ou três autocarros e não param nas paragens porque vão cheios. Apesar das imensas queixas à empresa às entidades que regulam os transportes a situação mantém-se e estranhamente existe um silencio absoluto, mas num País de corruptos como o nosso imagino os acordos estranhos que esta gente faz...  Mas vou continuar, todos os dias da semana naquela paragem à espera do autocarro mesmo que depois faça a viagem a ser refrescado com uns pinguinhos de chuva.


18/10/2020

Encher a casa com abóboras

 Viver no campo dá nisto



03/09/2020

Provar a maçã



No inicio deste ano decidi adquirir um iPhone,  não estava farto do Android, até porque gosto de ter tudo personalizado à minha maneira, coisa que o iOS dificulta ao utilizador. Comprei por curiosidade e também porque foi num campanha a um preço bastante atractivo. Eu já sabia que o ecossistema da Apple funciona bastante bem,  por exemplo, tiramos uma foto e ela fica logo disponível  nos outros aparelhos. O mesmo acontece quando escrevemos uma simples nota.  Também recebemos avisos que podem ser bastante importantes relativos à segurança, um dos exemplos é quando é detectado um primeiro login num dos aparelhos. Existem muitos mais exemplos mas não vos vou maçar com isso.  Decidi então continuar  no mundo Apple ao adquirir um iMac e um iPad Pro. No iMac apenas temos aparentemente um monitor (neste caso 21,5 polegadas), o teclado e o rato. O computador está inserido no próprio monitor. Está muito bem  concebido e com um design bastante atractivo e a Apple é imbatível nesta área. De salientar  a qualidade da imagem e do som que é excelente tendo em conta que as colunas estão dentro do monitor. Quanto ao software… há um tempo de adaptação e de pesquisa que pode demorar algum tempo, principalmente para alguém como eu que gosta de utilizar bem os recursos que me são disponibilizados. O que mais utilizo num computador são as Redes sociais, mail, agenda, Microsoft Office, edição de fotografia e ouvir musica .  Quanto à edição de fotografia estou a usar o Capture One. Tudo isto é  fácil neste macOS, mas, para mim, também o é no Windows. Alguns programas que uso no Windows funcionam menos bem no Mac,  vou pois continuar com os dois sistemas. É frequente ouvir os utilizadores de MacOS dizerem que este sistema operativo é melhor que o Windows mas isso não é verdade, cada um tem as suas vantagens e desvantagens. O Windows 10 nunca me deu problemas, por outro lado o macOS Catalina é um sistema operativo muito estável, fácil e até divertido  de utilizar. 

 Quanto ao iPad, estou a usá-lo para trabalho, para ler revistas digitais, jogar, etc... é o ideal para levar na mochila. Este iPad Pro é uma máquina bastante potente e muita gente utiliza-o como substituo dos computadores portáteis, mas eu sempre preferi o ecrãs grandes como o do iMac por exemplo, ou no mínimo um portátil de treze polegadas. Futuramente continuarei a escrever sobre este este assunto, que me parece bastante interessante.









17/08/2020

04/08/2020

O meu primeiro GT

1984, estava eu a cumprir o serviço militar obrigatório na Marinha. O que vos vou contar passou-se durante uns exercícios navais efectuados no mediterrâneo durante duas semanas com apenas uma paragem em Gibraltar. Os exercícios são feitos pelas forças navais para treino das tripulações e neste caso a força naval era composta por navios de Inglaterra, Holanda, Italia, Espanha e Portugal. É claro que a paragem durante o fim semana em Gibraltar para descanso foi aproveitada para a malta se divertir. Entretanto o comandante do navio organizou um cocktail e jantar para os oficiais da força naval, é claro que o marinheiro zé povinho não tem direito a entrar, não sei se isto hoje acontece mas no meu tempo era frequente, muito mesmo.
 Ora por questões de serviço eu e dois colegas tivemos de nos dirigir à ponte do navio (o principal posto de comando). Mal sabíamos nós que era nesse local que ia ser oferecido o tal cocktail. Entrámos e ficámos embasbacados a olhar para aquele cenário. Uma mesa cheia de garrafas. Whisky, Martini, Gin, etc... outra mesa com copos, e outra com os mais variados acepipes. E não estava ali mais ninguém, os convidados ainda não tinham chegado. Um colega mais afoito propôs logo experimentarmos o gin tónico, coisa que eu nunca tinha provado. Não me lembro se era Gordon´s ou Bosford. Um pormenor que me chamou a atenção... ali na mesa dos copos estava um prato com pequenas esculturas feitas com casca de limão que serviam para adicionar ao gin. O pessoal ligado à cozinha e às copas tem uma excelente formação, aliás como em todas as áreas na Marinha de Guerra Portuguesa, por isso não me admirei muito por ver aquelas mesas tão bem organizadas.
Entretanto um dos meus colegas lá preparou a bebida com rapidez, pois corríamos o risco de ser apanhados. Conclusão... são trinta e seis anos a adorar gin tónico.


O navio era este, NRP Almirante Magalhães Corrêa

25/07/2020