14/03/2017

11/03/2017

Vivian Maier

 Inverno de 2007, John Maloof andava à procura de imagens históricas de Chicago para um livro. Adquiriu, num leilão, uma caixa com 30.000 negativos, e foi informado que a autora se chamava Vivian Maier.  Esse material tinha ido a leilão para pagar algumas dividas dela. Após a visualização dos negativos chegou à conclusão que afinal não  serviam para o seu trabalho, mas pareciam muito boas. Então decidiu procurar as pessoas que tinham adquirido os outros negativos e conseguiu comprá-los  Após digitalizá-las criou um fotoblog e uma ligação ao flickr. As reacções foram excelentes.  Mas  quem era aquela fotografa que o único rasto não passava de uma nota fúnebre publicada no Chicago Tribune  em 2009? John conseguiu descobrir e entrar em contacto com pessoas que a tinham conhecido, na realidade ela tinha sido ama delas. A profissão dela era essa, sim,  tomar conta de crianças. O que se sabe mais  dela?  nasceu em Nova Iorque, viveu cerca de cinquenta anos em Chicago. era uma mulher reservada, solitária, sem família, viajou por vários países, e quase sempre com a câmara ao pescoço. Tirou milhares de fotos que na sua maior parte não saíram dos rolos. Fotografias de rua que ilustram principalmente a sociedade americana das décadas de cinquenta e sessenta. Existe um documentário muito bom, chamado "Finding Vivian Maier", foram produzidos vários livros e não faltaram exposições.  Felizmente consegui uma cópia  desse documentário.  A fama chegou já após a sua morte, mas afinal fama foi coisa que ela nunca procurou. Poderia ter sido uma fotografa famosa em vida, mas por alguma razão preferiu não mostrar o seu maravilhoso trabalho.












08/03/2017

Feliz Dia da Mulher

Maratona de Boston 1967, apenas os homens podiam participar,  Kathrine Switzer desafiou a regra, e alinhou na partida. Tinha-se inscrito discretamente  com o nome KV Switzer.  Durante a corrida foi perseguida por um dos directores  que a tentou deitar ao chão, apenas por ser mulher. Foi ajudada por outros corredores e terminou a prova. Graças a ela e a outras, a Maratona hoje também é para mulheres. Hoje já não devia haver razão para lutar, mas mentalidades atrasadas e dementes ainda persistem. Há quem seja a favor e quem seja contra este dia da Mulher, compreendo os vários pontos de vista, mas que este dia seja todos os dias.

04/03/2017

É exigente e já pensa que é gente


Estar longos minutos parado a olhar para a lareira apagada à espera que alguém a acenda pode ser considerado normal, e se for numa noite fria ainda mais normal é.  Mas quando é a gata cá de casa a fazê-lo e me procura com os olhos... já começo a pensar que está uma especialista em reivindicações. 
Nesta foto já lhe tinha feito a vontade

28/02/2017

Longe do Carnaval

Enquanto muitos ainda dormem e recuperam da noite anterior, aproveitei a manhã para uma longa caminhada e experimentar uma nova lente.




Olympus E PL6 - lente M. Zuiko 1-50mm f3.5-6.3 EZ

25/02/2017

Do Rock Rendez Vouz ao Bairro Alto



Raramente compro a revista Blitz. Quando saía para as bancas em formato jornal, aí sim não falhava um. Mas esta edição oferece o CD Ama Romanta 1986-1990 Uma Historia Divergente  e claro já cá canta. Já ouvi aquelas musicas milhentas vezes, mas este CD é para mim um tesouro. Era a chamada Musica Moderna Portuguesa, estávamos nos anos 80. Ouvia Pop Dell arte, Ocaso Épico, Mler Ife Dada, Essa Entente, Anamar, Telectu, Radio Macau, Croix Sainte, Sétima Legião, Herois do Mar, António Variações, Crise Total,  Sitiados, Linha Geral, Rongwrong, Ena Pá 2000, M´as Foice, Requiem pelos Vivos, K4 Quadrado Azul e outros.
 E a pouco e pouco dou por mim a relembrar aqueles tempos... lembro Madredeus, e o emotivo concerto na Aula Magna em 1987. E o Rock Rendez Vouz, sala mítica de Lisboa onde os Xutos e Pontapés deram os primeiros concertos. As actuações memoráveis dos Killing Joke, Mão Morta, Pop Dell arte, Mler Ife Dada Essa Entente...  e era normal enquanto bebíamos uma cerveja ao balcão estarmos em amena cavaqueira com os músicos que lá tocavam. Os concursos do Rock Rendez Vouz davam-nos a conhecer a excelente musica que se fazia em Portugal.   E o Bairro Alto... lembro-me dos Três Pastorinhos, do Nova, do Sudoeste, do mítico Frágil, cuja porta era autoritariamente controlada por Margarida Martins, felizmente ela simpatizava com o nosso pequeno grupo e  deixava-nos sempre entrar. Margarida Martins que mais tarde fundou a associação Abraço e hoje é Presidente da Junta de Freguesia de Arroios.  O Incógnito, na Rua Poiares de São Bento, também era ponto de paragem, sempre boa musica no gira-discos. O Arroz Doce, onde se bebia a mistela mais famosa do Bairro, mas abstenho-me de dizer aqui qual o nome. E antes de regressar a casa, passagem pelo mercado da Ribeira para beber o cacau quente... Mas o Bairro Alto também tinha vida durante o dia. Os almoços no  Pap´Açorda, os hamburgers no Gráficos, o dry martini ao fim da tarde no Targus de Hernâni Miguel. E quem se lembra das Manobras de Maio? desfiles de moda, ali na Rua do Século, onde os estilistas (ou candidatos a) mostravam as suas criações,  e toda a gente podia assistir.   Naquele tempo não havia internet, mas havia a Vogue Homme e conhecíamos as criações de Yoji Yamamoto, Rei Kawakubo, Issey Miyake, Comme des Garçons, Gaultier, Missoni, Ermenegildo Zegna etc.

E pronto paro por aqui nestas recordações. Tudo tem o seu tempo, mas um dia destes passo pelo Bairro para tirar umas fotos.

Bairro Alto
Foto: Tom Sparks (Flickr)

19/02/2017

José de Almada Negreiros - uma maneira de ser moderno

Lembro-me do momento em que pela primeira vez que admirei uma obra de arte, ou seja aquele momento em começamos a ter percepção do que de belo o Homem pode fazer. O trabalho do artista que nos provoca o encanto.  Foi no dia que entrei na Gare Marítima de Alcântara, naquele tempo (anos 70) local de partida e chegada dos navios de Cruzeiro, mas também  das tropas que combatiam nas ex colónias. Os famosos painéis lá estavam. Era eu miúdo, e fiquei embasbacado a olhar para aquela maravilha. Esses painéis foram pintados a fresco por  Almada Negreiros, uma das figuras marcantes do Modernismo em Portugal. Amigo de Fernando Pessoa, foi desenhador, pintor, dramaturgo, escultor, poeta e até bailarino.

 Agora podemos ver, na Gulbenkian, até dia 5 de Junho a exposição  José de Almada Negreiros - uma maneira de ser moderno. São cerca de quatrocentas trabalhos, alguns inéditos. O curioso é que estão ali obras que eu já tinha visto algures,  mas nem me passava pela cabeça que ele era o autor. Já lá estive e deixou-vos uma pequenina amostra.



15/02/2017

TAG: 11 Factos Sobre Mim

A Catarina do Blog O Biquíni Dourado desafiou-me e aí estou eu a responder a uma TAG. Desculpa ter infringido uma regra, mas pronto foi só uma.

Eis as regras:
Escrever 11 factos sobre mim;
Responder às perguntas feitas pela pessoa que me nomeou;
Nomear 11 a 20 blogues com menos de 200 seguidores ( Infringi esta regra, não me levem a mal ) 
Fazer 11 perguntas aos blogues nomeados;
Colocar o selo da Liebster Award
Linkar a pessoa que me nomeou.





11 factos sobre mim

1 - Gosto do Verão, e neve... nem me aproximo.

2 - Gosto de gatos.

3 - Não gosto de Nutella mas tenho uma cadelinha chamada Nutella.

4 - Durmo muito pouco mas gosto de dormir uma sestinha ao fim de semana.

5 - Não tenho paciência para ver noventa minutos de um jogo de futebol mas sou capaz de estar horas a ver uma competição de surf.

6 - Quando casei desejei ser pai de uma menina e esse desejo tornou-se realidade.

7 - Gosto de um bom vinho.

8 - Tenho um cão, uma cadela e uma gata que eu adoptei após terem sido abandonados pelos donos.

9 - Já fui cumprimentado pela Rainha de Inglaterra.

10 - Sou romântico mas "Musica no Coração" é para mim o pior filme de sempre.

11 - Vieram-me as lágrimas aos olhos quando  David Bowie morreu.


Além deste 11 factos, ainda tenho 11 perguntas a responder:


1 – O que mais te cativa no mundo dos blogues?

A criatividade.

2 – Se me pudesses dar um conselho, qual seria?

Careful! Darth Vader is watching you!

3 – Se fosses convidado a criar um prato e/ou bebida, qual seria a tua combinação perfeita?

Picanha e caipirinha. Sei que é uma combinação pouco saudável,  mas por vezes caio na tentação.

4 – Filmes, séries ou livros e porquê?

Filmes e algumas séries

5 – Qual o local que mais gostaste de visitar dentro e fora de Portugal?

Em Portugal, Ericeira
Fora de Portugal, Madrid

6 – Sentes-te realizado?

Ui! não me costumo debruçar sobre essa questão... mas sim estou no bom caminho :)

7 – Qual é o teu maior objectivo de vida?

Ser feliz, desfrutar a vida e ter consciência de a vida não pode ser uma correria.

8 – O teu ídolo e porquê?

Ídolo não tenho, mas há pessoas que me inspiram.

9 – O que mais gostas de fazer no teu dia-a-dia?

Gosto meu trabalho, gosto de estar com a família e com os amigos. Nos fim de semana costumo fazer Paddle, mas também longas caminhadas no campo ou na cidade. E claro, fotografar.

10 – Produtos e marcas sempre de marca ou nem por isso?

Nem por isso... mas não me venham dizer que não têm um fraquinho por uma ou outra.

11 – O que não pode faltar no teu roupeiro?

Calças Levi´s, camisas, cachecóis, t-shirts e muito mais. Ahhh... um pequeno pormenor, não gosto de roupa preta.







11/02/2017

Amicis, um excelente Gin português

Esta semana tive a oportunidade de estar presente na apresentação do Gin Amicis. Foi no bar  Gin Lovers que fica no Príncipe Real. Paulo Pereira concebeu este excelente Gin a partir de 14 botânicos provenientes da região Centro, nomeadamente das Serras do Açor, Sicó e da Cidade de Coimbra. De salientar o toque floral da Carqueja, a frescura da erva de Santa Maria, o  eucalipto, a laranja,  e também a  noz e o mel.  Em 2016 este projecto foi apresentado no Shark Tank. Felizmente correu bem, conseguiu angariar apoio e Paulo Pereira  concretizou o seu sonho. Tenho de também fazer uma referencia à maneira como fomos recebidos no Gin Lovers. Profissionalismo e simpatia são as palavras que me ficaram na memoria ao sair do evento.
A minha receita  preferida para este gin: Colocar o gelo no copo, e deixá-lo arrefecer durante uns segundos, seguidamente escorrer a água que se acumulou. Aromatizar com um zest de limão e uma folha de louro. Adicionar 5 cl de gin e finalmente adicionar água tónica. E voilá, está pronto a beber. 
A garrafa de 50cl já se encontra à venda e custa 24,90€. Penso que é um Gin a ter em conta, no meio de tanta oferta no mercado.













02/02/2017

Porque as aves marinhas são atraídas pelo plástico?

Este é um assunto bastante preocupante. Cerca de oito milhões de toneladas de plástico são atiradas todos os anos ao mar. São frequentes os relatos de animais mortos por ingerirem bocados de plástico. Lembro-me de há uns meses atrás ver uma foto de uma gaivota morta, já quase em esqueleto e aparentava estar cheia de plásticos no estômago. Até agora aceitava-se a teoria de que os animais confundem visualmente o plástico com comida, mas não sejamos tão ingénuos, os animais não se enganam assim tão facilmente.  Um estudo publicado  na Science Advances dá-nos uma resposta bem diferente. Simplificando e sem estar a entrar em termos muito técnicos, o que provavelmente acontece é que o odor dos plásticos que invadem os oceanos, é idêntico ao do alimento das aves e porquê?  a equipa de investigadores chegou à conclusão de que  os plásticos  que flutuam no mar emitem dimetil sulfeto um composto também segregado pelo fitoplâncton em decomposição e que é um dos responsáveis pelo cheiro do mar, As algas também libertam dimetil sulfeto. Ora o que provavelmente acontece é que as aves são vitimas de uma espécie de armadilha olfactiva. Não se esqueçam o plástico não é biodegradável. No meu emprego junto às máquinas de café são disponibilizados copos de plástico. Bebe-se um café, um copo de plástico é usado e  vai para o lixo. E porque não levar de casa uma chávena que é reutilizável? é o que eu faço. Isto é apenas um pequeno exemplo do que podemos fazer. Será que custa muito ajudar a proteger o planeta e alterar alguns dos nossos (maus) hábitos?




30/01/2017

Exposição colectiva Polaroid Park na Casa da Avenida

Tive conhecimento desta Exposição itinerante através do Blog Os Meus Caminhos da Ana Sofia Santos. São 28 fotógrafos que expõem os seus trabalhos, desta vez na Casa da Avenida em Setúbal, de 28 de Janeiro a 25 de Fevereiro.  Nunca tive uma câmara Polaroid, mas há já uns meses que ando tentado a adquirir uma. Esta Exposição aguçou-me a curiosidade e vim de lá quase convencido. Deixo-vos aqui algumas fotos, poucas, para verem todas têm de a visitar.

Tiago Santos

Paulo Simão
Fábio Túlio

26/01/2017

Sei que sou um pai cool quando...

Quando recebo da filha um porta chaves destes. Um stormtrooper.... só podia. Ainda por cima dá para abrir minis.


23/01/2017

Apesar do frio...

Eu sabia que ia continuar o frio no fim de semana, principalmente no sábado, mas tinha de voltar à praia e  remar na água gelada. E escolhi logo o sábado. Local, Lagoa de Albufeira. Praia quase deserta, apenas alguns  românticos aos pares ou solitários a passear no areal. Mas também lá estavam como sempre, aqueles donos que sabem dar momentos de muita felicidade aos seus amigos de quatro patas. Desta vez não podia haver muita distracção na remada, pois apesar da protecção do fato não me estava nada a apetecer mergulhar a cabeça na água que  parecia ter saído do frigorífico. Que maravilha...sentir o odor da maresia... usufruir da paisagem liberta de banhistas. Que bela manhã. E... felizmente não caí à água.



17/01/2017

Musica. O que gosto... e o que não gosto.

Pronto agora que já sabem que eu quero é musica, uma das melhores coisas deste mundo, não acham? e porque não dar-vos a conhecer o que dá felicidade aos meus ouvidos. Então fiz esta playlist que de certa maneira reflete o meu gosto musical. Como podem ver  ali está apenas um musico de Jazz, Miles Davis, mas não me quis alongar muito com a lista. Jazz e musica erudita fica para mais tarde.




E quando alguém me quer irritar basta por a tocar Guns n´ Roses, Bom Jovi, Barbara Streisand ou Lady Gaga... iarghhhhhhhh...

12/01/2017

Há quem pense que mp3 é alta fidelidade?

Sou um grande consumidor de musica. Lembro-me de ter os meus 13 anos e ouvir   Pink Floid, Genesis (com Peter Gabriel como vocalista), Roxy Music, Emerson Lake and Palmer, the Who, Kraftwerk  entre  outros. Ter um irmão mais velho que gostava de musica e que tinha acesso a discos importados foi uma grande ajuda. Naquele tempo, ainda nos anos 70 não era fácil ter acesso ao rock vindo de fora.  Um familiar emigrado era uma das soluções.  Agora muita gente volta a procurar os discos de vinil e a resgatar do sótão as antigas aparelhagens Hi-Fi. E as das capas dos discos...aquilo era arte. Segundo  dados da industria discográfica, em Inglaterra 2016 fica marcado pelo recorde de vendas  de vinil nos últimos 25 anos. Aqui a casa ainda não chegou o gira discos, mas já não falta muito. Entretanto como tenho um bom amplificador e umas boas colunas pensei na hipótese de ligar o tablet Surface (com Windows 10) ao amplificador. Após uma breve pesquisa, percebi que só tinha de adquirir os cabos certos, e assim foi. Passo seguinte, a musica para testar as ligações. Nada melhor que pôr a tocar alguns álbuns que tenho, não em MP3, mas em formato FLAC, já ouviram falar? não? então eu explico. FLAC ( Free Lossless Audio Codec)  ao contrário de codecs  como por exemplo o MP3 não remove nenhuma informação do fluxo de áudio, mantendo a qualidade do som. Portanto a  compressão feita pelo codec FLAC é de uma qualidade muito  superior. Pronto,  esta é uma solução bastante viável  e que nos permite ouvir musica com uma qualidade de som que a meu ver, é muito boa. 


08/01/2017

Está dificil...

Primeira tentativa de exercício físico a sério neste inicio de ano, e a coisa está difícil... Apenas oito quilometras de caminhada rápida. O problema foi encontrar amigos pelo caminho e parar para por a conversa em dia. Bem, amigos são amigos, portanto não posso dizer que seja verdadeiramente  um problema, mas há que voltar a estar em forma. A solução...começar a correr ao fim da tarde pelos campos desertos de gente e com os phones nos ouvidos, e.... muito treino....



06/01/2017

2017

2017 está aí,  e para muita gente é tempo de traçar metas e objectivos.  Não é esse o meu hábito. Para mim, Janeiro não é assim tão determinante.  Objectivos são pensados ao longo do ano. pois esta cabeça não pára de magicar coisas. De qualquer maneira aqui estão algumas ideias  para este ano.

Estou a pensar participar pela primeira vez num encontro  de bloggers, pode ser que seja este ano. Gostava de conhecer outros bloggers e trocar ideias. Pretendo também continuar aprofundar os meus conhecimentos (que ainda são poucos) na área da fotografia. E não vou esquecer de vos presentar com algumas receitas culinárias que vou pondo em prática.
 Também continuar a divulgar este meu vicio que é o Paddle e até fazer uma espécie de Giveway aqui no blog, pois pretendo dar oportunidade a quem quiser experimentar, saltar para cima de uma prancha e remar em águas calmas. Brevemente falarei sobre esse assunto. Também não ponho de parte fazer algumas parcerias, já houve contactos mas não me agradaram.

 Quanto a vida profissional vão haver mudanças , mas ainda é uma grande incógnita.

2016 não foi mau, espero que 2017 me sorria, juntamente com a família maravilhosa que tenho, incluindo a minha bicharada.


31/12/2016

E para acabar o ano em beleza...


Um ultimo passeio de Paddle, deste ano claro, pelas águas da Arrábida. Água fresquinha, mas nada demais. 
Um excelente 2017 e sejam Felizes!



28/12/2016

Apagou-se uma estrela

Desta vez foi a Carrie Fisher. Já sabemos os pormenores pelas noticias. Quase toda a gente só a conhece como princesa Leia. Via-a pela primeira vez no "Star Wars  O Império Contra Ataca",  nos longínquos anos oitenta. Mas a sua estreia no cinema foi em 1975 no filme "Shampoo", depois participou em imensos filmes, mas lá está para mim é a Princesa Leia. Recentemente fez a sua aparição no "Star Wars: The Force Awakens" e se não me engano já tinha filmado as cenas do próximo episódio. Mas as celebridades morrem e as princesas também. Agora talvez adquira a sua autobiografia, mas os filmes da saga,  esses, vou revê-los muitas vezes.