09/01/2019

Fins de semana de muito frio, mas...

Fins de semana  de muito frio, mas não o suficiente para ficar em casa.  Vontade de molhar os pés, só mesmo os pés. Escolho a prancha maior (Paddle) assim é mais difícil  cair na água. Fujifilm XT1 na mão... Cinco graus centígrados e apenas as aves como companhia.


31/12/2018

Porque Évora é especial para mim

Dezembro é o mês do meu aniversário, e há vinte cinco anos atrás casei no mesmo dia do meu aniversário. Portanto este ano eu e a miúda que me atura estes anos todos comemoramos as bodas de prata. A  lua de mel foi em Évora, cidade que adoramos e que visitamos com frequência. Ora  decidimos lá voltar para comemorar e foi uma óptima decisão. Desta vez decidimos marcar estadia  na Casa do Aqueduto da Prata. Construída no interior de um dos arcos do aqueduto de Évora mais precisamente na Rua do Cano, perto do Largo do Chão das Covas. Tem dois andares, dois quartos, duas casas de banho, cozinha, sala e um pequeno terraço. É bastante confortável e adorei a decoração, mas cuidado com as escadas. É uma excelente escolha para quem quer pernoitar um ou mais dias na cidade. A localização é excelente pois situa-se relativamente perto do centro histórico. Existe estacionamento ali perto  e é pago. Não utilizamos o carro na cidade, pois estamos perto de tudo.  Quanto ao preço da estadia, acho que tem uma óptima  relação preço/qualidade tendo em conta que ali perto existem unidades hoteleiras de qualidade idêntica mas praticam preços exorbitantes. 


E 2018 está no fim. Infelizmente não foi possível, como os prometi, mostrar o DIY que costumo fazer nesta quadra. Desejo-vos um excelente 2019 com muita saúde e alegria.











21/12/2018

Feliz Natal

Este ano usei um pouco de criatividade para vos mostrar a árvore de Natal. Mas ainda vos irei mostrar o DIY que costumo fazer nesta quadra.  Desejo-vos um Feliz Natal e continuem a visitar-me.







20/11/2018

Será que um dia serei vegetariano?

Pois... então o que se passa cá em casa é o seguinte...  As meninas decidiram ser vegetarianas. A transição já se tinha iniciado há alguns meses, digamos que neste momento são 99%  vegetarianas. Mas há um resistente.... eu! até alinho com elas em algumas refeições. Acreditem, tenho reflectido bastante no assunto, mas por enquanto não alinho nessa opção apesar de já ter diminuído o consumo de carne, principalmente carne de porco, mas calma, não é por questões religiosas.
Acompanho a polémicas, as guerras, os debates, tenho em atenção os prós e os contras. Mas tenho aversão a radicalismos principalmente nesta área, e quando me deparo com vegetarianos ou vegans com ódio mortal a quem consome carne, aí penso que eles perdem batalhas.
  Por outro lado, não haverá uma falta de coerência em relação ao facto de, geralmente, tratarmos os animais de maneiras diferentes? Numa região certos animais são companhia noutra os mesmos são alimento. E a cruel exploração animal (existem excepções) que está longe dos nossos olhos? E a poluição que afinal é muita nesta industria? E ao longo dos anos, porque nos habituámos a consumir tanta carne? Não vou referir aqui  pormenores técnicos nem dissertar sobre a evolução das espécies e a sua alimentação, apenas estou a partilhar com vocês o que neste momento penso sobre o assunto.
Vou continuar a ser omnívoro por enquanto. Continuo a não resistir a um cozido à portuguesa, a um entrecosto grelhado, a uns chocos com tinta, e adoro queijo, mas não abdico de provar os pratos (vegetarianos) que elas fazem cá em casa.  Acredito que muita gente pensa como eu. Quanto ao futuro não sei... vamos ver... e para ilustrar  este post escolhi uma açorda alentejana.



09/11/2018

Ainda não percebi a mensagem...

Juro que ainda não percebi a mensagem... a menina pega no cobertor dela e fica à espera de qualquer coisa...


16/10/2018

Manifestação contra as dragagens no rio Sado

Participei pela primeira vez numa manifestação. Já tive razões para participar noutras, mas por alguma razão nunca aconteceu. Não podia faltar a esta que foi organizada por gente que não concorda que, por motivos financeiros se tente destruir parte de um rio que é conhecido por muitas e boas razões. As associações ambientais Zero, Quercus, Liga para a protecção da Natureza, SOS Sado organizaram este protesto, desculpem não citar todas, mas são as que me lembro. E também não fomos meia dúzia de arruaceiros como foi dito, mas sim várias centenas de pessoas civilizadas.
Quem não ouviu falar nos golfinhos do Sado? e as belas praias das Arrábida? e sabem que é considerada uma das mais belas baías do Mundo?
Mas agora vão ser retirados do rio  6,5 milhões de metros cúbicos de areia para permitir a entrada de navios de grande porte e claro, aumentar o tráfego. Como pratico Paddle  na foz do rio já tinha reparado na intensa entrada e saída diária de navios de grande porte e ainda não foram feitas as dragagens. Transformar o rio numa autoestrada marítima parece-me um acto leviano tendo em conta as características únicas deste rio.
As principais preocupações de quem contesta são, a inevitável  movimentação das areias das praias para o canal dragado, o desaparecimento da população de golfinhos, os habitats que serão destruídos e ofim da actividade de centenas de pescadores artesanais. Depois de ler algumas entrevistas à presidente da Administração dos Portos de Setúbal e Sesimbra ainda fiquei mais convicto do que penso sobre o assunto. Competir com o porto de Sines e com Lisboa? mas porquê? para ter mais contentores? navios de cruzeiro?  Não se olha a meios para promover o pretenso progresso. E como diz Francisco Ferreira "Os estuários não são vocacionados para serem portos de águas profundas".  As dragagens até podiam ser feitas, mas porquê este projecto megalómano? E estudos concretos? Será que os golfinhos vão mudar de morada?

                                      


26/09/2018

Da minha janela

De tanto vos falar de Paddle, de mar e de praia, já devem estar a duvidar que vivo no campo... pois então mostro-vos o que vejo logo pela manhã quando abro a janela. O poste está ali a mas não tinha alternativa.


03/09/2018

Benefícios do Stand Up Paddle

Quem costuma passar aqui pelo blog já  sabe que sou praticante de Stand Up Paddle. É uma actividade  excelente para trabalhar todo o corpo, além disso o facto de estarmos sempre em pé em cima da prancha treina o equilíbrio,  e ao contrário por exemplo da corrida não existe o impacto nas articulações.  As quedas não aleijam, mas se a água estiver fria... uiiii!!
 Uma das duas pranchas que possuo é bastante estreita, pois foi concebida para velocidade. Esta prancha requer uma maior equilíbrio, sendo por vezes um autentico desafio  manter-me em pé, principalmente em águas agitadas.  É um treino intenso para as pernas e tronco mesmo com a habituação. Por outro lado quando quero fazer passeios longos tenho uma prancha própria para o efeito, pois proporciona-me momentos relaxantes, sendo esse outro dos benefícios do Stand Up Paddle. O mar, as paisagens e a sensação de liberdade aliviam-me o stress sem duvida.
Mas se algum dia pretenderem fazer esta actividade não se esqueçam que o devem fazer em segurança. Principalmente devem a meu ver, aprender com alguém credenciado, pois acreditem que convém aprender alguma técnica, e quem sabe, apanham o vicio como eu. E cuidado tenho visto por aí muita gente amadora a fazer de professor...
Deixo-vos aqui uma  pequena lista de escolas onde poderão aprender esta actividade, e quem sabe um dias ainda nos cruzamos por aí durante umas remadas.

Rui Meira
Stand up Friend Paddle
Surfnpaddle
SupXperience


31/08/2018

Casinha junto à praia?

Sempre houve a tentação de construir a casinha de férias junto à praia. Mas neste caso não. É afinal uma construção antiga de apoio às salinas.


26/08/2018

Quase a chegar a Festa

Ainda não vos disse mas vivo perto da Moita, onde tenho grandes amigos. E está a chegar a Festa da Nossa Senhora da Boa Viagem, que começa no próximo dia sete  de Setembro. Hoje pela manhã a caminhada levou-me até ao cais. Pois então mostro-vos a beleza do local.
Quanto à embarcação  "O Boa Viagem" que vêm nas fotos é um Varino. Este  tipo de embarcação  era antigamente usado  para transporte de carga no rio Tejo. Este exemplar foi reconstruido e  classificado como bem cultural de interesse municipal.  Hoje é utilizado para passeios no rio. Quem estiver interessado pode encontrar na página da Camara Municipal as datas disponíveis para os passeios. Acreditem, vale a pena e ficam a conhecer a Moita. Entretanto daqui a poucos dias estas embarcações irão estar todas engalanadas, pois a Festa vai começar.












19/08/2018

19 de Agosto, dia mundial da fotografia

Não foi difícil escolher a foto, neste dia mundial da fotografia. Foi tirada no Palladium de Nova York em 20 de Setembro de 1979 e mais tarde utilizada na capa do disco London Calling dos Clash. Mostra o baixista Paul Simonon a destruir a guitarra. A fotografa chama-se Pennie Smith. É uma fotografia que sempre me impressionou, e também a minha capa de disco preferida.


03/08/2018

J u s t c h i l l i n

Muita água, muito mergulho e descansar...
Foto gentilmente cedida por Escola Rui Meira. Apanharam-me distraido, e até nem ficou mal

02/08/2018

Difícil mudar a lâmpada

Esta manhã ao ver funcionários a substituir lâmpadas dos candeeiros na minha rua, achei por bem informá-los que faltavam mais duas, pois estavam fundidas, pensei que eles se tinham esquecido... mas não, disseram-me que tinha de contactar a Junta de Freguesia e acreditem, ouvi a palavra requerimento! Eu apenas quis facilitar o processo já que os funcionários estavam por perto. Nem tudo corre bem aqui pelo campo.

10/07/2018

Entre Miradouros

Fazer a rota dos miradouros de Lisboa é uma das minhas caminhadas  preferidas pela capital. Desta vez visitei onze, mas são mais de cinquenta no total. Mas não vos vou mostrar fotos dos miradouros visitados, ai! isso não! Visitem-nos que vale a pena. O que vos mostro são aqueles momentos e lugares que por alguma razão achei que valeu a pena captar. Desfrutem. 













07/07/2018

Para quem abandona os animais...

É uma foto tirada do Facebook, mas espelha o que penso.


03/07/2018

Outros olhares

 O meu gosto pela fotografia não se resume apenas a tirar fotos, mas também encontrar gente que  saiba captar através da objectiva lugares e momentos de tal maneira que me façam reter mais do que breves segundos sobre as fotografias que partilham. As redes sociais também servem para isso, partilhar as coisas boas e as coisas menos boas. E o que tem qualidade tem de ser divulgado. Há algumas semanas atrás descobri o trabalho do Sérgio Oliveira, que vive na Ericeira. Eu sei, não falta gente para fotografar a Ericeira, mas o Sérgio fá-lo com imensa sensibilidade, longe do apontar e clicar tão frequente hoje em dia. Mas o que interessa são as imagens, e deixo-vos aqui alguns exemplos.