24/11/2017

Fotografar com Fuji

Depois de experimentar várias máquinas de várias marcas, finalmente encontrei o que procurava há muito tempo. E o que eu procurava? procurava na fotografia a cor e o contraste que eu realmente acho ideais, que raramrnte necessita edição. Mas muitos exclamarão...  - Ó blasfémia!  todos os profissionais da fotografia,  os bloggers, aliás, toda agente edita tudo o que é foto!! -   Eu sei  que algumas necessitam de melhoramentos, sem duvida, sempre se fez edição de fotos,  mas já me enjoa um bocadinho ver por aí tantas fotos com carradas de filtros. Cada um faz o que quer mas eu também tenho o direito de ficar enjoado.
 Mas voltando ao assunto, a minha ultima máquina, uma  Olympus OM-D EM10 desiludiu-me bastante e por isso continuei a procura. Procura que me levou numa direcção, Fujifilm. Depois de ler várias criticas muito positivas sobre a marca, inclusive de fotógrafos profissionais, e ter visto imensas fotos que me impressionaram bastante, ficou decidido. O orçamento era limitado portanto procurei no Ebay, e adquiri uma Fujifilm XT-10 usada. É uma mirrorless com  aparência retro e com uma qualidade de construção bastante boa. Ficou-me por cerca de um terço do preço de uma nova. Quanto à lente, adquiri  também no Ebay uma Fujinon XC 16-50 mm. A série X da  Fujifilm tem pelo menos duas gamas de lentes, as XC e as XF.  De salientar que a gama XC é mais barata, apesar disso penso que as fotos ficam muito boas como podem ver no post anterior. Costumo recorrer ao modo manual com frequência e por isso uso este tipo de máquinas.

 Atenção que a fotografia é um dos meus hobbies e não pretendo ser profissional na área e o post não é patrocinado. 





04/11/2017

A chuva e o mistério das manchas azuis


Simples a explicação.... é calda bordalesa,  um dos meios mais eficazes de combate às pragas, e é permitida na agricultura biológica.  Tem este nome porque foi criada em Bordeaux. É Composta por cal, sulfato de cobre (que dá a cor azul) e água, a toxicidade é baixa. O meu limoeiro agradece a chuva e o tratamento. E aí está, mais  uma curiosidade que vos mostro directamente do meu quintal.




31/10/2017

Cartel do Fogo

Ontem ao ver a reportagem de Ana Leal na TVI ficou-me na memória esta frase:

"Os números impressionam...mais de cem vitimas nos incêndios deste verão. E se o pior dia do ano para estas pessoas tiver sido o melhor dia de negócio da vida de outros...."


28/10/2017

26/10/2017

Surf em Portugal - Não é só o futebol que move multidões

Terminou ontem o Rip Curl Pro Portugal, a etapa portuguesa do WCT (World Surf League). O evento teve lugar em Peniche mais concretamente na praia de Super Tubos. Mais uma vez lá estive, mas só num dos dias.  Este ano era especial porque agora temos o nosso Frederico Morais a competir  no que podemos chamar, a primeira divisão do surf. Este desporto movimenta milhões de euros no nosso País. Ericeira, Peniche, Nazaré, são destino ideal para surfistas de quase todo o Mundo. Quem conhece a Costa da Caparica, certamente já viu nas praias as escolas de surf a dar formação com muita gente com vontade de aprender.  Muitas destas praias são autênticos paraísos. O contacto com a natureza é inevitável e a luta pela preservação ambiental é importantíssima neste desporto. Aliás nestes eventos campanhas de sensibilização não faltam, pena é que, como pude observar em Super Tubos, há sempre uma gente  que não se importa de destruir tudo por onde passa. Um exemplo:  apesar dos constantes avisos da organização para o publico não invadir a zona das dunas  (é área protegida), as pessoas simplesmente ignoravam descaradamente. Mas isso não é estranho  num País onde ainda é normal cuspir para o chão e atirar fora maços de cigarros vazios pela janela do carro.
Pena que muita gente não saiba desfrutar e ao mesmo tempo preservar as belas praias e paisagens que temos. Como já disse  a luta pela preservação ambiental é importantíssima neste desporto, e isso não cabe só aos atletas, cabe também a quem assiste permitir a sustentabilidade  destes eventos.
Mas valeu a pena a viagem a Peniche, onde mais uma vez vi os melhores surfistas do Mundo. Para o ano espero lá voltar.
As fotos ficaram sobre expostas, não foi intencional. Tinha andado a mexer naquele botãozinho da compensação da exposição, e esqueci-me de pôr a zero.
 










05/10/2017

Apanha da azeitona

Por aqui andamos na apanha da azeitona e a prepará-la. O acessório que se vê na ultima foto serve para fazer os cortes nas azeitonas. Estas são conservadas sem químicos e já estão a curtir.


30/09/2017

Convento da Arrábida

Hoje não consegui fazer o meu habitual passeio de Paddle. O vento forte que fustigava as praias da Arrábida não me ia permitir fazer um passeio agradável. Então decidi regressar a casa pela estrada que passa junto ao Convento. Nunca lá entrei mas brevemente pisarei o caminho da entrada. 

25/09/2017

Discos externos vintage

Lembram-se ?
Para os mais distraídos são rolos para máquinas fotográficas analógicas :)

10/09/2017

Setembro

Pois, vocês já voltaram ao trabalho, as férias acabaram... agora, só para o ano ou talvez uns diazinhos no Natal...
Eu, cá estou de férias.  Guardo sempre duas semanas em Setembro, e este ano está uma maravilha! O sol brilha, a água está boa para mergulhos e vim aqui  fazer-vos inveja.
Vá, tenham paciência...


21/08/2017

Não existem praias secretas

Quantas vezes imaginamos poder estar numa praia deserta, rodeada por paisagens deslumbrantes... e depois nas redes sociais há quem jure que sim, que existem praias secretas, areais onde os humanos nunca puseram os pés. Claro que não existem praias secretas. Existem sim praias de difícil acesso.  Um exemplo é a  praia da Ribeira do Cavalo perto de Sesimbra, a tal que é secreta mas toda a gente lá vai. A paisagem é espectacular, a água transparente, mas  nadar nem sempre é seguro devido às  embarcações que se aproxima da praia e despejam gente vinda de Sesimbra. Na ultima vez que lá estive também reparei em algumas manchas de óleo na água, o que achei estranho. Costumo passar por lá durante os meus passeios de Paddle.  A praia da Ribeira do Cavalo ainda é um paraíso, vamos ver até quando...


As fotos não estão grande coisa porque foram tiradas com uma máquina bastante velhinha.

13/08/2017

Workshop Tour de Fotografia em Lisboa

Este post vem um pouco atrasado pois realizou-se no fim de semana passado, mas não podia deixar de vos relatar esta experiência. Decidi participar num workshop organizado pela Lisbon Photography Tours . Tendo como tema  "Sete Colinas"  este  workshop tem como objectivo  ensinar algumas  técnicas de fotografia enquanto passeamos em  Lisboa. Com partida da Praça da Figueira em direcção ao castelo de São Jorge, com passagem pela Mouraria e Alfama, termina na Praça do Comércio. O facto do evento ser realizado da parte da tarde permite-nos desfrutar daquela luz maravilhosa que só Lisboa tem. Estes workshops,  permitem a quem não está completamente à vontade com as configurações manuais, perceber como tirar melhor partido de uma máquina fotográfica. Saber fazer uma exposição correcta é um importante passo para uma excelente fotografia. Mas não podemos  esquecer a composição e o enquadramento. Ainda tenho muito que aprender, mas já foi um primeiro passo. Fomos um grupo de gente interessada em aprender mas também tivemos tempo para trocar ideias. 
  À frente  da Lisbon Photography Tours estão  os fotógrafos profissionais Luís e a Cláudia que nos guiaram neste excelente workshop,  espero vê-los mais vezes. 



05/08/2017

Fotografia analógica II

Já há alguns meses atrás vos tinha falado sobre o meu interesse em fotografia analógica. Agora tive a a oportunidade de adquirir uma Olympus Trip 35. Este modelo foi produzido entre 1967 e 1984. Venderam-se mais de dez milhões de unidades.  É uma câmara bastante robusta, muito simples de utilizar e capaz de produzir fotos muito boas.  Em modo automático a célula de selênio que se encontra na lente encarrega-se de escolher a velocidade e a abertura adequadas à situação. Apenas temos de seleccionar o tipo de foco (três opções) e o ISO. E pasmem-se não necessita de pilhas, estranho não é? pois... estamos habituados usar pilhas e baterias em tudo o que é aparelhometro. Mais uma curiosidade, este exemplar pertence à primeira geração porque o botão de disparo é prateado, na segunda geração o botão é preto.
Estas câmaras são relativamente fáceis de encontrar à venda no Ebay e em lojas  especializadas na venda de máquinas analógicas.   Também existem páginas na Internet dedicadas a esta máquina e encontrei pelo menos um grupo no Facebook.

Já utilizei um rolo, as fotos foram reveladas e digitalizadas num cd. O resultado ainda não é o melhor porque por vezes esquecia-me de seleccionar o foco ideal. Além disso utilizei um rolo de fraca qualidade. Deixo-vos aqui dois exemplos, são fotos não editadas. 


Agora já está prontinha para uma viagem até Lisboa. Desta vez com um rolo Fujicolor C200 de 36 fotografias. Quanto à Minolta X700 de que vos falei aqui, brevemente haverá novidades.

20/07/2017

Patetices

Ontem, no meu habitual percurso de autocarro e já de regresso a casa após mais um dia de trabalho, deparei-me com duas situações curiosas. Primeira situação, paragem de autocarro na Avenida Alfredo Bensaúde, uma senhora sentada e  concentrada no seu smartphone. O autocarro onde eu seguia passou, e ela ficou porque não viu o viu a aproximar.  Segunda situação, paragem de autocarro Junto ao Campus da Justiça,  várias pessoas à espera do autocarro onde eu seguia, este simplesmente não parou, porquê? porque as pessoas estavam TODAS entretidas a olhar para os respectivos smarthphones. Convém dizer que o condutor não é obrigado a parar em todas as paragens, é necessário fazer sinal de paragem. Mais uma curiosidade... eram todas pessoas adultas... e bem adultas. Ficou-me na memória o ar patético daquelas pessoas, para quem é mais importante um like no Facebook do que... regressar a casa.

10/07/2017

Não custa nada lembrar!

Os que tenho cá em casa, foram abandonados por alguém, felizmente agora têm um lar. E nesta altura do ano o abandono acontece  com mais frequência. 

08/07/2017

Fim de férias, não acaba o Mundo!

A Catarina do blog Joanofjuly escreveu um post que aborda um tema curioso... como regressar de férias sem deprimir. Já várias vezes tinha pensado neste assunto. O inevitável regresso ao trabalho depois das merecidas férias.  Facilmente chego à conclusão que sei gerir sem grandes angustias essa situação. As férias são óptimas mas e o resto do ano? tem de ser só trabalho e  stress? Não! 
 Primeiro, sigo  uma regra há muitos anos,  nunca gozar mais do que duas semanas de férias seguidas. Se gozasse um mês isso sim, o regresso seria mais complicado. 
Não menos importante, decidi há algum tempo deixar de frequentar  o ginásio o que me permite praticar actividades ao ar livre com frequência, assim  mantenho-me em forma.  Faço Paddle durante quase todo o ano. Também longas caminhadas, por exemplo, fazer a travessia da Serra da Arrábida num belo domingo de Primavera. Os passeios de bicicleta também são bastante saudáveis e até divertidos. Durante a semana não é só trabalho. Um copo com os amigos  de vez em quando sabe bem. Em casa uma receita surpresa ao jantar para impressionar a família. Uma caminhada depois de jantar. Um gin a dois e namorar.  E há sempre tempo para brincar com os meus amigos de quatro patas, tenho  três cá em casa. Nem sempre os dias nos correm bem, mas está na nossas mãos procurar a felicidade. 








25/06/2017

15º Festival Internacional de Papagaios de Alcochete

Está a decorrer este fim de semana. Demonstrações de voos sincronizados, exposições, jardins de vento, espaços para os miúdos aprenderem a fazer papagaios de papel, etc. Equipas de vários países mostram-nos as acrobacias que se conseguem fazer com os papagaios . E até à noite os podemos ver, luminosos a dançar no ar.  Já vai na décima quinta edição, este Festival. O espaço onde decorre é o ideal, é logo ali pertinho de Lisboa, e não se paga para ver. Se não já não forem a tempo, para o ano há mais, não se esqueçam. Vale mesmo a pena.









23/06/2017

Os cantoneiros

Lembro-me muito bem, das viagens que fazia com a família todos os anos às aldeias onde os meus pais nasceram. Uma coisa era certa, na estrada íamos encontrar os cantoneiros, com a sua farda cinzenta, e que frequentemente nos acenavam à nossa passagem, eram funcionários da extinta JAE (Junta Autónoma das estradas) cuja tarefa era a manutenção das estradas e a limpeza das bermas.  Provavelmente já viram as casas dos cantoneiros, eram abrigos usados por esses trabalhadores. Ainda existem algumas junto às estradas nacionais.  A JAE foi extinta  se não me engano em 1999 e nasceram três  institutos: O Instituto das Estradas de Portugal, o Instituto para a Construção Rodoviária e o Instituto para a Conservação e Exploração da Rede Rodoviária. Certamente houve muitas vagas para administradores dos tais Institutos,  mas os cantoneiros desapareceram das nossas estradas. Uma grande equipa de administradores são bem mais úteis do que aqueles funcionários que faziam a manutenção das bermas e tapavam os buracos nas estradas. Não é preciso fazer nenhum estudo nem criar uma comissão de entendidos para perceber que os cantoneiros evitaram muitos fogos, digo eu que sou do campo...

14/06/2017

Bons vizinhos

A senhora melra não precisa de ir ao Ikea, pois eu ofereço tudo para a  sua casa.